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Geral VIOLÊNCIA

ONG denuncia matança de cães a tiros no Brejo Paraibano e pede doações a animal que sobreviveu

Os crimes aconteceram em terras de uma propriedade rural

27/08/2021 08h40
Por: Mídia Paraíba Fonte: Marília Doming
ONG denuncia matança de cães a tiros no Brejo Paraibano e pede doações a animal que sobreviveu

A Organização Não-Governamental de defesa dos animais, Ajude Anjos de Rua, pede ajuda para acolher um cachorro que foi baleado, na cidade de Alagoa Grande, Brejo da Paraíba. O animal foi socorrido na quarta-feira (25) e encaminhado para o Hospital Veterinário de Areia.

De acordo com a ativista da causa animal Fabíola Rezende, houve um massacre. Em três dias, três cães foram mortos e um sobreviveu. Ela aponta que as pessoas da cidade não denunciam o autor das mortes por medo. “Ninguém fala porque tem medo. Eles acreditam que porque o suspeito teria matado os animais, então, poderia fazer o mesmo a quem denunciar”, disse ao Portal Paraíba.com.br.

Os crimes aconteceram em terras de uma propriedade rural. Segundo os moradores, o dono teria uma cadela de raça que, quando entra no período do cio, acaba atraindo cachorros que vivem pelas ruas da cidade. Para evitar a aproximação, o suspeito estaria matando os animais.

 

Um dos animais que sobreviveu, batizado de Guerreiro, foi resgatado por um pescador que passava próximo à região e ouviu o animal grunindo de dor. Ela disse que recebeu a denúncia pelas redes sociais e que trabalha na região metropolitana de João Pessoa, mas que por ter muitos seguidores acaba fazendo resgates em locais mais distantes, como foi este caso.

Fabíola conta que não foi o primeiro caso no local e que uma cadela que era vista como um personagem folclórico por frequentar aniversários e velórios, foi vítima de uma cacetada. Não morreu, mas até hoje tem sequelas da agressão. Assim como Guerreiro, que pode ficar paraplégico.

O cão socorrido na propriedade aparenta ter mais de dez anos. Ele foi atingido próximo à coluna cervical no domingo (22) e ficou agonizando por três dias numa área alagada.

Fabíola conta que não foi o primeiro caso no local e que uma cadela que era vista como um personagem folclórico por frequentar aniversários e velórios, foi vítima de uma cacetada. Não morreu, mas até hoje tem sequelas da agressão. Assim como Guerreiro, que pode ficar paraplégico.

O cão socorrido na propriedade aparenta ter mais de dez anos. Ele foi atingido próximo à coluna cervical no domingo (22) e ficou agonizando por três dias numa área alagada.

O cão socorrido na propriedade aparenta ter mais de dez anos. Ele foi atingido próximo à coluna cervical no domingo (22) e ficou agonizando por três dias numa área alagada.

 
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