Anúncio
RACHA

Ricardo abre fogo contra João e oficializa racha

Ainda para Ricardo, a vaidade subiu a cabeça do governador, para que, segundo ele, abandonasse o “projeto”, e questionou o caráter do ex-aliado:

04/12/2019 12h31
Por: Redacao
Fonte: Maurílio Júnior – MaisPB
Ricardo Coutinho - Foto: Maurílio Júnior/MaisPB
Ricardo Coutinho - Foto: Maurílio Júnior/MaisPB

O ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) sacramentou o rompimento político com o governador João Azevêdo (PSB). Em entrevista à TV Master, nessa segunda-feira (2), Coutinho fez críticas ao estilo do agora ex-aliado, reclamou das demissões de militantes no governo e desdenhou da capacidade de Azevêdo. “Não seria eleito nem para vereador”, disparou.

Para Ricardo, existem dois motivos para o divórcio entre ele e Azevêdo. O socialista, no entanto, disse que falaria, no momento, apenas de um.

“O que acontece no PSB é muito mais grave, vem desde o ano passado antes da posse. Existem dois motivos, um não posso comentar agora, pois, falarei no futuro, e o outro era 2022. Quem teve de graça o cargo de governador, quando não seria eleito nem para vereador, tem medo de 2022 como se eu fosse pleitear. Se eu me apegasse a cargos, eu teria sido candidato a senador com uma eleição onde não gastaria nada”, afirmou.

Governador por oito anos, Coutinho condenou o governador João Azevêdo por demitir militantes no governo.

“Os militantes estão sendo demitidos… o nível de demissão foi enorme no Hospital de Trauma, não entendo o porque desse ódio, não entendo como alguns secretários não conseguem ser recebidos”, contestou.

Coutinho diz que em março de 2018, o então secretário e pré-candidato João Azevêdo, teria pedido a sua permanência no governo até o fim do mandato, para que a candidatura do PSB não fosse “engolida” pela vice-governadora Lígia Feliciano (PDT).

“Uma outra coisa que escutei foi o governador dizendo foi de que não me pediu para ficar no governo. Isso não é verdade, pediu sim, foi no final de fevereiro, começo de março [de 2018], lá na Granja Santana. Ele disse que se eu saísse do governo, com dois meses ele não sustentaria, porque Lígia [Feliciano, vice-governadora] iria engoli-lo, palavras dele. Eu não disse nada, fiquei na minha e não adiantei posicionamento nenhum e fui maturando, e, resolvi não sair candidato e fazer aquilo que julgava ser mais correto para a Paraíba”, revelou.

Ainda para Ricardo, a vaidade subiu a cabeça do governador, para que, segundo ele, abandonasse o “projeto”, e questionou o caráter do ex-aliado:

“Uma outra coisa que escutei foi o governador dizendo foi de que não me pediu para ficar no governo. Isso não é verdade, pediu sim, foi no final de fevereiro, começo de março [de 2018], lá na Granja Santana. Ele disse que se eu saísse do governo, com dois meses ele não sustentaria, porque Lígia [Feliciano, vice-governadora] iria engoli-lo, palavras dele. Eu não disse nada, fiquei na minha e não adiantei posicionamento nenhum e fui maturando, e, resolvi não sair candidato e fazer aquilo que julgava ser mais correto para a Paraíba”, revelou.

Ainda para Ricardo, a vaidade subiu a cabeça do governador, para que, segundo ele, abandonasse o “projeto”, e questionou o caráter do ex-aliado:

Nenhumcomentário
500 caracteres restantes.
Seu nome
Cidade e estado
E-mail
Comentar
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas.
Mostrar mais comentários